
MEUS VERSOS
Meus versos explodem limites
desafiam desesperos e desencantos
e em alquimia de estrelas cadentes
deslizam em cascatas de miragens
sem muros... sem rédeas... sem remos...
Meus versos
vestem fantasias de inquietudes
festejam incertezas de auroras e de ocasos
decifram rochas de silêncio
nos mistérios... nos segredos... nos milagres...
Cada verso que escrevo me rasga as veias
atravessa mil solidões
além dos nadas do mundo
alcança o arco-íris dos delírios
para fazer morada nos corações sensíveis...
Minha Poesia é feita de dor e de luz
de paz e de agonia...
É barro moldado nas olarias dos sortilégios
raio em nuvem de tempestade
delícia nas curvas das alucinações
contemplação e êxtase...
É sal... sangue... suor...lágrimas
mel e encantamento...
É céu e inferno
mas é verdade... sempre...
Minha Poesia fala baixinho
abraçada aos ipês amarelos da primavera
às açucenas da beira do rio
às pedras que rolam nos abismos
aos sabiás que encantam as estradas
e tem raízes no fundo da alma...
Minha Poesia é simples como a água da fonte
complicada como o gesto de despedida
clara como um raio de Sol na vidraça
misteriosa como o fascínio da Lua...
Minha Poesia... sou eu...
Meus versos explodem limites
desafiam desesperos e desencantos
e em alquimia de estrelas cadentes
deslizam em cascatas de miragens
sem muros... sem rédeas... sem remos...
Meus versos
vestem fantasias de inquietudes
festejam incertezas de auroras e de ocasos
decifram rochas de silêncio
nos mistérios... nos segredos... nos milagres...
Cada verso que escrevo me rasga as veias
atravessa mil solidões
além dos nadas do mundo
alcança o arco-íris dos delírios
para fazer morada nos corações sensíveis...
Minha Poesia é feita de dor e de luz
de paz e de agonia...
É barro moldado nas olarias dos sortilégios
raio em nuvem de tempestade
delícia nas curvas das alucinações
contemplação e êxtase...
É sal... sangue... suor...lágrimas
mel e encantamento...
É céu e inferno
mas é verdade... sempre...
Minha Poesia fala baixinho
abraçada aos ipês amarelos da primavera
às açucenas da beira do rio
às pedras que rolam nos abismos
aos sabiás que encantam as estradas
e tem raízes no fundo da alma...
Minha Poesia é simples como a água da fonte
complicada como o gesto de despedida
clara como um raio de Sol na vidraça
misteriosa como o fascínio da Lua...
Minha Poesia... sou eu...
Maria Lua
Tanto he insistido en dejar el comentario mi querida Maria Lua por estos errores del internet que basta con mi admiración a tu talento, por el respeto que me inspiras como persona, te abrazo muy fuerte y deseo que siempre seas bendecida.
ResponderExcluirBesitos a tu mami
Maricruz